Editoria

Notícias de Economia & Mercados

Macroeconomia (juros, inflação e PIB), Bolsa de Valores, câmbio, negócios, startups, SaaS, investimentos, criptoativos e movimentações financeiras que afetam empresas e o mercado global.

Conteúdos da editoria Economia & Mercados

POR QUE O IBOVESPA PARECE ESTÁVEL MESMO EM MEIO ÀS INCERTEZAS DO MERCADO? — Economia & Mercados
Economia & Mercados19 de out. de 20265 min

POR QUE O IBOVESPA PARECE ESTÁVEL MESMO EM MEIO ÀS INCERTEZAS DO MERCADO?

O principal índice da Bolsa brasileira encerrou a sexta-feira em alta, mas acumulou perdas na semana. A combinação de expectativas sobre a economia, juros internacionais, petróleo e cenário eleitoral ajuda a explicar por que o mercado alterna momentos de recuperação e pressão, sem estabelecer uma direção consistente.

Ibovespa supera 200 mil pontos após o 1º turno: os mecanismos por trás do otimismo do mercado e os riscos de volatilidade — Economia & Mercados
Economia & Mercados10 de out. de 20265 min

Ibovespa supera 200 mil pontos após o 1º turno: os mecanismos por trás do otimismo do mercado e os riscos de volatilidade

O primeiro pregão após o encerramento do primeiro turno das eleições gerais de 2026 registrou um movimento histórico no mercado acionário brasileiro. O Ibovespa ultrapassou pela primeira vez a marca simbólica dos 200 mil pontos, impulsionado por um forte fluxo de capital estrangeiro e pela reprecificação do risco político por parte dos investidores. Contudo, a disparada do principal índice da bolsa brasileira exige uma análise cautelosa: a alta expressiva reflete o ajuste de expectativas no curto prazo e a queda nos prêmios de risco, mas a sustentabilidade dessa trajetória no médio prazo permanece condicionada aos fundamentos fiscais do país e à condução das reformas estruturais.

O mercado está se preparando para uma era de juros mais altos — e isso muda o preço de quase tudo — Economia & Mercados
Economia & Mercados30 de set. de 20265 min

O mercado está se preparando para uma era de juros mais altos — e isso muda o preço de quase tudo

Por muito tempo, a discussão nos mercados esteve concentrada em uma pergunta: quando os juros começariam a cair? Agora, os investidores passaram a lidar com uma questão diferente: e se o custo do dinheiro permanecer elevado por mais tempo do que o esperado? A mudança aparece principalmente no mercado de títulos públicos. Em setembro, os grandes mercados soberanos registraram uma forte deterioração, enquanto o rendimento do Treasury americano de 10 anos alcançou níveis não vistos desde 2007. O movimento também atingiu os mercados europeus. Não se trata apenas de uma oscilação nos títulos. Quando os juros de longo prazo sobem, o movimento pode alterar a forma como investidores precificam ações, moedas, crédito, imóveis e até projetos de investimento.

A nova corrida por minerais críticos está redesenhando o mapa econômico mundial — Economia & Mercados
Economia & Mercados30 de set. de 20265 min

A nova corrida por minerais críticos está redesenhando o mapa econômico mundial

A transição energética, a expansão da inteligência artificial e a digitalização da economia estão criando uma nova disputa por recursos que, durante décadas, foram tratados principalmente como commodities. Lítio, cobre, níquel, grafite, cobalto e terras raras passaram a ocupar uma posição estratégica porque estão presentes em baterias, redes elétricas, veículos elétricos, sistemas de armazenamento, equipamentos eletrônicos, ímãs permanentes e diversas tecnologias avançadas.

Do juro americano ao mercado brasileiro: como a alta dos juros globais chega ao Brasil — Economia & Mercados
Economia & Mercados30 de set. de 20265 min

Do juro americano ao mercado brasileiro: como a alta dos juros globais chega ao Brasil

O mercado financeiro brasileiro não funciona isoladamente. Quando os juros das principais economias mudam, especialmente nos Estados Unidos, os efeitos podem atravessar fronteiras e alterar o comportamento do dólar, dos títulos públicos, das ações e do crédito no Brasil. Esse mecanismo ganhou importância nas últimas semanas. Enquanto o mercado global convive com uma forte alta dos rendimentos dos títulos americanos, o Banco Central do Brasil reduziu a Selic para 13,75% ao ano em setembro, no quinto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual. O resultado é uma situação particularmente relevante para os mercados brasileiros: os juros domésticos estão caindo, mas o ambiente financeiro internacional continua pressionado por custos de financiamento elevados.

Brasil cria incentivo para data centers e transforma infraestrutura digital em aposta econômica — Economia & Mercados
Economia & Mercados28 de set. de 20266 min

Brasil cria incentivo para data centers e transforma infraestrutura digital em aposta econômica

O Brasil acaba de criar uma nova peça na disputa global por investimentos em infraestrutura digital. A Lei nº 15.504, sancionada em setembro, instituiu o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata), criando incentivos fiscais para empresas que instalarem, ampliarem ou modernizarem centros de processamento de dados no país.

Novos negócios começam a ganhar espaço no Brasil: onde estão as oportunidades — Economia & Mercados
Economia & Mercados21 de set. de 20264 min

Novos negócios começam a ganhar espaço no Brasil: onde estão as oportunidades

O Brasil atravessa uma fase de reconfiguração em setores intensivos em capital, impulsionada pela convergência entre infraestrutura digital, transição energética e reestruturação logística. Grandes corporações e entes subnacionais disputam a atração de projetos com potencial para movimentar bilhões de reais nos próximos anos. No entanto, a análise do cenário exige diferenciar o volume de investimentos anunciados daqueles efetivamente em execução, visto que o desembolso real depende de licenciamento ambiental, estruturação de financiamentos e prazos de implantação de longo prazo.

Copom reduz Selic para 13,75% e mantém cautela sobre próximos cortes — Economia & Mercados
Economia & Mercados20 de set. de 20264 min

Copom reduz Selic para 13,75% e mantém cautela sobre próximos cortes

O Comitê de Política Monetária (Copom) aprovou por unanimidade a redução da taxa básica de juros (Selic) de 14% para 13,75% ao ano. O movimento consolida uma sequência de reduções iniciada no início do período recente, acumulando um alívio gradual nas condições financeiras. No entanto, o ponto central da sinalização da autoridade monetária reside na ausência de compromisso prévio quanto ao ritmo ou à magnitude dos próximos movimentos. A condução da política de juros permanece estritamente dependente da evolução da trajetória inflacionária, das expectativas de longo prazo e do equilíbrio das contas públicas.

Ibovespa em Dólar: B3 lança novo índice para atrair capital estrangeiro e padronizar análises globais — Economia & Mercados
Economia & Mercados13 de set. de 20267 min

Ibovespa em Dólar: B3 lança novo índice para atrair capital estrangeiro e padronizar análises globais

A B3 deu um passo estratégico na modernização da infraestrutura do mercado de capitais brasileiro ao lançar oficialmente a versão do seu principal indicador cotada em moeda norte-americana. Batizado de Índice Ibovespa B3 em Dólares Americanos, o parâmetro busca eliminar as distorções provocadas pela volatilidade cambial nas avaliações do mercado acionário local. Como destacado em comunicado oficial da bolsa brasileira, "o novo indicador permitirá acompanhar o desempenho do principal índice da Bolsa brasileira também sob a ótica da moeda norte-americana, facilitando a comparação internacional de portfólios". A medida reflete o esforço do mercado acionário doméstico em ampliar sua visibilidade perante fundos institucionais e investidores globais.

Deflação de agosto muda a leitura da inflação e recoloca a Selic no centro do debate — Economia & Mercados
Economia & Mercados12 de set. de 20266 min

Deflação de agosto muda a leitura da inflação e recoloca a Selic no centro do debate

A divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referente a agosto trouxe um alívio temporário, mas contundente, para os indicadores de custo de vida no país. O recuo expressivo nos preços abriu espaço para novas avaliações sobre a trajetória da política monetária. Como apontado em dados oficiais do IBGE, "a inflação oficial brasileira recuou 0,32% em agosto, refletindo um alívio nos preços da energia, dos combustíveis e dos alimentos". A convergência entre a queda pontual de itens administrados e a reavaliação das expectativas inflacionárias recoloca o nível da taxa Selic no centro das discussões entre analistas, agentes corporativos e autoridades monetárias.